Maior Acervo Digital Histórico do Araguaia - TO

Imagem antiga, sem data identificada, da Igreja de Nossa Senhora da Divina Providência, localizada em Araguacema–TO. Fundada entre 1860 e 1865 por Frei Francisco do Mont Sant Vito, o templo serviu como centro das atividades religiosas da comunidade, incluindo missas, casamentos e batizados. A fotografia registra a estrutura antes de sua completa ruína, causada pelas enchentes de 1926 e 1980. Ao fundo, observa-se o Salão Paroquial da Igreja Católica de Araguacema.

8 julho, 2026
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  • Descrição: Fotografia de um nicho sacro em pedra, encontrado durante o processo de restauração da Igrejinha Nossa Senhora da Divina Providência. O nicho, com formato semicircular e marcas de desgaste, era originalmente instalado na parede atrás do altar principal, abrigando a imagem de Nossa Senhora da Divina Providência. O achado reforça a importância histórica e religiosa da construção, revelando elementos originais da arquitetura sacra do século XIX.
  • Local do achado:
    • Endereço: Rua Frei Francisco, nº 114
    • Cidade: Araguacema
    • Estado: Tocantins, Brasil
    • Coordenadas: 8°14’34.5674″S, 49°33’28.95768″W
    • Altitude: +11.11m
  • Data da captura: 12 de junho de 2025, às 16h14
  • Autoria: Francisquinha Laranjeira
  • Contexto histórico:
    • O nicho fazia parte da estrutura original da Igrejinha Nossa Senhora da Divina Providência, fundada em 1862 por Frei Francesco di Mont San Vito.
    • Instalado atrás do altar, servia como abrigo para a imagem da santa padroeira, reforçando o caráter devocional do espaço.
    • A descoberta ocorreu durante o processo de restauração das ruínas da igreja, que integra o conjunto histórico do Presídio Santa Maria do Araguaia (fundado em 1861).
  • Situação atual:
    • O nicho encontra-se preservado e catalogado como parte do acervo arqueológico e religioso da restauração.
  • Tipo de imagem: Registro fotográfico arqueológico-documental
  • Finalidade: Valorização do patrimônio sacro, documentação do processo de restauração e preservação da memória religiosa local

  • Descrição: Fotografia das ruínas internas da histórica Igrejinha Nossa Senhora da Divina Providência, fundada em 1862 por Frei Francesco di Mont San Vito. A imagem mostra paredes de pedra parcialmente desmoronadas e um conjunto de pedras cangas espalhadas pelo chão, atualmente em processo de seleção para restauração. Ao fundo, observa-se uma construção moderna, evidenciando o contraste entre passado e presente.
  • Local:
    • Endereço: Rua Frei Francisco, nº 10
    • Bairro: Santa Maria das Barreiras
    • Cidade: Araguacema
    • Estado: Tocantins, Brasil
    • Coordenadas: 8°48’12.26926″S, 49°33’29.91522″W
    • Altitude: +5.50m
  • Data da captura: 15 de junho de 2025, às 15h43
  • Autoria: Francisquinha Laranjeira
  • Fundação da igreja: 1862, por Frei Francesco di Mont San Vito
  • Contexto histórico:
    • Parte do conjunto arquitetônico e histórico do Presídio Santa Maria do Araguaia, fundado em 1861.
    • A igrejinha representa um marco da presença franciscana e da arquitetura religiosa colonial na região do rio Araguaia.
  • Situação atual:
    • A estrutura encontra-se em processo de restauração, com as pedras cangas sendo cuidadosamente selecionadas para recomposição das paredes e preservação da integridade original.
  • Tipo de imagem: Registro fotográfico documental
  • Finalidade: Preservação da memória histórica, valorização do patrimônio cultural e acompanhamento do processo de restauração

21 agosto, 2025
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  • Título: Índio Karajá com arco e flechas – Viajante do Araguaia
  • Descrição: Fotografia histórica retratando um indígena Karajá ao lado de um viajante não indígena, em cenário de areia às margens do rio Araguaia. O indígena está com o corpo pintado com grafismos tradicionais, vestindo trajes simples e segurando um conjunto de arco e flechas, símbolo de caça e defesa. O homem ao lado veste roupas típicas de expedições do século XIX, incluindo chapéu de aba larga, camisa xadrez e botas.
  • Contexto histórico: A imagem remete ao período das expedições científicas e comerciais durante a navegação a vapor no rio Araguaia, marcando o encontro entre culturas indígenas e viajantes. O arco e flechas representam a autonomia e o conhecimento tradicional dos Karajá sobre o território e a natureza.
  • Povo Indígena: Karajá
  • Local: Região do Rio Araguaia, Brasil
  • Período: Século XIX – Era da navegação a vapor no Araguaia
  • Fonte: Arquivo da Fundação Cultural Frei Simão Dorvi – Cidade de Goiás
  • Autoria da imagem: [Não identificada]
  • Direitos autorais: Fundação Cultural Frei Simão Dorvi

21 agosto, 2025
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  • Descrição: Mulher indígena Karajá sentada sobre uma esteira, moldando e decorando manualmente uma botija de barro com padrões geométricos tradicionais. Ao redor, observa-se outras peças de cerâmica e utensílios utilizados no processo artesanal.
  • Povo Indígena: Karajá
  • Local: Região do Rio Araguaia, Brasil
  • Data: Século XIX
  • Fonte: Arquivo da Fundação Cultural Frei Simão Dorvi – Cidade de Goiás
  • Técnica de produção da cerâmica: Manual, com uso de roletes de barro e pintura com pigmentos naturais
  • Função da peça: Armazenamento de água ou alimentos; uso doméstico e cerimonial
  • Autoria da imagem: [Não identificada]
  • Direitos autorais: Fundação Cultural Frei Simão Dorvi

 

21 agosto, 2025
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Essa gravura mostra a Colônia Militar de Santa Maria do Araguaia, fundada em 1861, e foi registrada por Henri Coudreau em 1897, durante suas expedições pela Amazônia brasileira. Coudreau era um geógrafo e explorador francês que documentou diversas regiões do norte do Brasil no final do século XIX, especialmente áreas pouco conhecidas ao longo dos rios Tocantins e Araguaia.

Sobre a Colônia Militar de Santa Maria do Araguaia:

  • Finalidade: Criada como um ponto estratégico de ocupação e defesa do território brasileiro na região amazônica.
  • Localização: Às margens do rio Araguaia, no atual estado do Tocantins.
  • Infraestrutura: A gravura mostra construções simples, com destaque para uma capela e edificações em pedra e taipa, típicas da arquitetura militar e colonial da época.
  • Importância histórica: Serviu como base para expedições, controle territorial e também como ponto de contato com populações indígenas.

Henri Coudreau:

  • Profissão: Geógrafo, etnógrafo e explorador.
  • Contribuições: Produziu mapas, relatórios e ilustrações que ajudaram a compreender a geografia e os povos da Amazônia.
  • Legado: Suas obras são valiosas fontes históricas e etnográficas sobre o Brasil do século XIX.

 

 

Gravura representando embarcações a vapor navegando pelo Rio Araguaia durante a expedição de Henri Coudreau, entre 1896 e 1897.